Essenciais de beleza #3 – Especial Verão

Essenciais de beleza #3 – Especial Verão

Depois de muita folia em mês de Santos, um casamento, e um festival, voltei aqui ao cantinho. O calor está ai, mesmo que não seja todos os dias e o verão esteja meio envergonhado, e começa a fazer os seus estragos.

Em junho, depois de uma manhã a passear pela rua (notem que nem sequer estive na piscina ou deitada a apanhar sol), tive uma reação alérgica ao sol/calor, que se manifestou na cara e no pescoço. Andei alguns dias aflita com bastante comichão, até que me sugeriram o Tolérance Extrême da Avène. Apesar de não ser fã da marca, e de o creme ser um pouco gordo para a minha pele oleosa, a verdade é que notei melhorias e tenho usado diariamente.

Como isto do calor tem muito que se lhe diga, no verão aposto ainda mais em protector facial, e desta vez o escolhido foi o The Ritual of Karma, da Rituals, pelo simples facto de vir como brinde com uma qualquer revista. Basicamente, revista + protector = 5€. Como nunca tinha experimentado este produto dei-lhe uma chance e não me arrependi. Tenho usado também diariamente com o creme da Avène. O cheiro é suave e muito leve na pele. Só pontos a favor, tirando o factor de protecção que é apenas de 30.autor_ Fabrício da SilvaHidratação. Protecção. Passemos agora à maquilhagem! Neste ponto fui à gaveta buscar o meu CC cream da Clinique. Este CC foi um desperdício de dinheiro porque funciona mais como um creme normal do que um creme com cor. Depois de aplicado não se nota cor nenhuma, e portanto acaba por não oferecer o efeito esperado. Comprei-o com esperança de por de lado a base no verão, e tem servido esse propósito, mas apenas porque no verão gosto de andar com a pele menos saturada de maquilhagem. Na realidade não tem cobertura nenhuma.

Deixo-vos também uma esponja que custa um terço da Beauty Blender, e que serve muito bem o seu propósito, para quem não pretende gastar uma piquena fortuna numa esponja. Adoro-a.

Por último, para terminar com um daqueles produtos que não voltarei a comprar, o novo desmaquilhante da Nívea, que promete uma fórmula profissional. Pois que testei, e para mim fica muito atrás de outros dentro da mesma gama, como por exemplo o Garnier Skinactive – Água Micelar em Óleo.

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Séries do meu coração #3

Séries do meu coração #3

Se Dark, foi para mim, a melhor série de 2017, Killing Eve é a melhor série de 2018. A não ser que, entretanto, haja uma mega estreia que consiga destronar esta série, Killing Eve é a série do ano.killing-eveClaro que no que toca a séries os gostos são sempre muito particulares e cada pessoa tem as suas preferências. Comecei a ver Killing Eve, carinhosamente encurtada para “Eve” assim que ficou disponível. Não são raras as vezes em que dou por mim a procurar novas séries para ver, e foi numa dessas ocasiões que esbarrei com “Eve”.

A sinopse prometia, prendeu a minha atenção de imediato. A classificação era boa, e eu tinha tempo suficiente para dar uma oportunidade ao único episódio que existia disponível na altura.

Assim foi, 40 minutos de pura concentração, a suster a respiração e de coração nas mãos. “Ritual” que se repetiu em todos os oito episódios que compõem a primeira temporada. Para ter com quem comentar, convenci duas amigas a ver também, e passámos as últimas semanas completamente apaixonadas pela série.

Sem querer desvendar demasiado, a série trata da relação entre uma astuta agente do MI5 e uma assassina profissional. A caça começa quando Villanelle se exibe, aliando a sua frieza, humor e gosto peculiar pela dor e morte à sua profissão. Eve, a personagem principal, tem a dura tarefa de apanhar a assassina, mas nem sonha que as duas estabelecerão uma estranha ligação.

Estes oito episódios souberam-me a muito pouco. É uma série em que todos os episódios contam algo novo, que nos deixa cativados e nos faz querer saber mais. Infelizmente a segunda temporada só volta em 2019!

Portanto, voltei ao mesmo.. o que ver?! Para além das 1000 séries que já vejo, mas que estão paradas, ou só sai um episódio por semana.. Preciso de algo que preencha este vazio que Killing Eve deixou!maxresdefaultPara quem gosta de séries com acção, uma pitada (grande) de psicopatia e algum humor negro, esta é o ideal. Quem já viu por ai? Que acharam?
Quem não viu, veja!

 

Usei. Será que gostei?

Usei. Será que gostei?

Desde os meus 14/15 anos que tenho pele mista a oleosa, especialmente na zona T. Em adolescente sofri bastante com acne e ainda hoje me nasce uma borbulha ou outra com bastante frequência, mas o que nunca deixei de ter foi pele oleosa.

A minha testa é a zona mais oleosa, apesar de me esforçar por limpar a pele todos os dias e utilizar produtos específicos para o meu tipo de pele, a verdade é que acaba por ficar oleosa ao longo do dia.

Para tentar contrariar esta tendência tenho experimentado ao longo dos anos vários cremes, loções, gel de limpeza, tónicos entre outros produtos. No mês passado, numa feira/festa de rua, encontrei uma marca natural, e portuguesa, MUSA, que tem a sua sede de produção aqui na zona onde vivo.

Não resisti a experimentar, até porque o calor agrava ligeiramente toda esta situação da pele, e achei que os produtos naturais podiam ser bons aliados para esta altura do ano.

Assim, trouxe comigo um creme facial para peles oleosas, um creme facial de noite reestruturante, um sabão de leite de cabra e lavanda, um sabão facial de hortelã e urtigas e um bálsamo labial de cacau.

Durante o último mês utilizei o sabão facial de hortelã e urtigas para lavar a cara, apliquei diariamente o creme facial para peles oleosas, e à noite, usei o creme reestruturante. O sabão deixa um toque fresco devido à hortelã e tem cremosidade quanto baste para se tornar agradável. É lindo, e vem numa caixa super querida, podendo ser um miminho muito bonito de se oferecer.

sabao hortelã
Mas a história com os cremes é outra.. logo no acto de compra fui avisada que o creme tinha um cheiro bastante forte, tendo até experimentado na mão. Mas a verdade é que a mão é bem diferente da cara, e sim, na cara o cheiro torna-se bem mais presente.

Não vos sei explicar a que cheira, talvez por ser natural, tenha um cheiro tão forte a plantas. A minha mãe não aguenta o cheiro. A mim faz-me alguma confusão mas depois de aplicado acaba por passar, não se mantém todo o dia. Não aconselho a pessoas sensíveis a cheiros fortes e que não apreciem mentol, pois este creme deixa uma sensação de frescura, mas na zona dos olhos torna-se um pouco estranho, dando ideia de que aquela zona está demasiado fresca. Mas gosto muito da textura, que não é oleosa, e deixa a pele com uma camada tão leve que dá a sensação de que não passei nada.

creme dia
Quanto ao creme facial de noite, a mesma história, tem um cheiro forte, uma espécie de cheiro a rosas bem intenso, com outra coisa que não sei identificar. Também gostei da textura.
creme noite
Ainda falando de sabão, quero também falar-vos do de leite de cabra e lavanda. Este é um sabão que promete hidratação e tal como como o primeiro de que vos falei, cumpre o requisito. É lindíssimo, e tem um cheiro agradável a lavanda.
sabao lavanda
Por último, mas não menos importante, o bálsamo labial de cacau. Havia opção de cacau, cocô ou morango. Sou fã de cocô mas como nunca tinha usado de cacau, optei por este cheiro.
batom
O bálsamo tem uma textura menos cremosa do que seria de esperar, e nos dias de calor, derrete com alguma facilidade. Não desgosto do produto, acho que cumpre a função a que se propõe, hidratar. Penso que a embalagem, ao contrário dos sabões deixa ainda a desejar, precisa de ser aprimorada, mas o produto é satisfatório.

Então fazendo um apanhado geral, posso dizer que, gostei muito da textura do creme de dia, aprecio o batom hidratante e os sabonetes cumprem bem a sua função. Como aspectos negativos terei de salientar os cheiros dos cremes, e a embalagem do bálsamo. O creme de dia tem uma embalagem pouco comum, não expondo o produto todo, funciona por doseador, o que pode ser útil em alguns casos. Penso que no final poderá levar a desperdício, pois não vou ser capaz de abrir a embalagem para retirar o resto do produto que ficar no fim.

No final, é importante referir, que todos estes produtos não são testados em animais e são naturais. Este foi um dos principais motivos que me levou a querer experimentar esta marca.

E por ai, alguém conhece e já usou estes produtos?! Outros produtos bons para peles oleosas conhecem? Contem-me tudo.

*todas as imagens presentes neste texto pertencem ao site da marca MUSA.
90’s kid #1

90’s kid #1

Nasci em 1990. Acho que não se pode pedir mais “90’s kid” que isto! Durante a minha infância, toda a década de 90, fui uma criança feliz. Uma criança que soube o que é brincar na rua, andar de bicicleta, esfolar os joelhos, fazer comida em tachinhos de plástico com água e terra, e ornamentar o pitéu com flores que se encontrassem à mão.

Cresci a brincar com bonecas, quadros de giz, plasticina, a correr na rua, a jogar às escondidas, à apanhada e à mamã dá licença. Quando o tempo não colaborava, brincava em casa, sozinha ou com os meus pais. Jogos de tabuleiro, lojas de mercearia (onde o stock era o conteúdo dos armários e da despensa), livros de colorir, o quadro mágico ou puzzles eram formas de me entreter durante horas.quadro magicoNão tinha computador, telemóvel ou tablet. E na televisão apenas os quatro canais. Não podia ver o que tinha dado há sete dias, mas conseguia gravar os desenhos animados da manhã na mesma cassete, um sem número de vezes, até ela deixar de funcionar.

Apesar de só ter quatro canais, tive uma infância recheada de boas histórias, saídas directamente daquela grande fábrica de encantar que todos nós conhecemos, a Disney. O Rei Leão, A Pequena Sereia, A Branca de Neve, A Cinderela, A Bela e o Monstro e os meus preferidos, os Aristogatos, povoaram a minha infância com cantorias e contos de fadas. Aos fins de semana de manhã, era ver-me acordar cedíssimo, como se fosse pegar a trabalho de madrugada, para me sentar no sofá a “ver bonecos”, desde os Power Rangers, Sailor Moon, os Motoratos, As Três Irmãs, Pokémon, A Carrinha Mágica, entre tantos outros que ficaria aqui a enumerar todo o dia. Quem é que não se lembra da Ana Malhoa e do Buereré?!

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Além da escassez de canais televisivos, natural para a epóca, também cresci sem telemóvel até à escola primária. Tablet, mesmo que os meus queridos pais quisessem ofertar-me um, era coisa ainda por descobrir na altura.. (Sim, gente que me lê nascida na época de 2000, houve um tempo sem tablets!).

Foi por volta de 1997/98 que tive o meu primeiro telemóvel, não me recordo, mas devo ter rejubilado. Era, pois está claro, um Alcatel one touch easy (irónico ter one touch no nome, uma vez que tinha teclas, e eram precisos vários toques para fazer fosse o que fosse..) em azul, se não me falha a memória, e com antena. Uma chiqueza que só ele. Quem teve um destes ponha a mão no ar, por favor! Claro que é difícil imaginar, nos tempos que correm, que um telemóvel a preto e branco, com um ecrã minúsculo, sem ligação à internet e sem câmara fotográfica, fosse motivo de entusiasmo, mas a verdade é que apesar de limitado, dava para fazer chamadas e mandar mensagens.

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Por falar em mensagens, também não havia cá SMS gratuitos! Tudo era pago, até que (anos mais tarde) as operadoras telefónicas se deram conta do flagelo que estavam a provocar no português escrito e decidiram que a única solução seria tornar os SMS grátis para que as pessoas deixassem de abreviar.

Mas continuemos, se tens menos de 20 anos o mais provável é que nunca tenhas ouvido ou precisado de mandar um toque a alguém.. É que apesar das limitações eramos uma geração engenhosa que passava horas aos toques (sempre que falo nisto é impossível não rir), ora enviava eu um toque, desligando após o primeiro bip para não pagar, e passados alguns minutos recebia um toque de volta. Acho que na época isto equivalia a enviar um SMS com: “Lembrei-me de ti.” ou algo deste género.

Não sei com que idade ao certo tive o meu primeiro computador, mas devia rondar os 14 anos, quando foi adquirido lá para casa um “pequeno monstro” que ocupava toda a secretária. Nem por isso o achei menos encantador! A internet ainda demorou algum tempo a entrar nas nossas vidas, mas nem por isso lhe dei menos uso, foram horas a fio a jogar solitário, minesweeper e a “trabalhar” no paint. Quando surgiu a tão aclamada internet, era um frenesim entre o uso do telefone fixo e a ligação à internet. Quem é que não se lembra daquele som magnífico enquanto a ligação era estabelecida?

E já agora, ainda têm por casa disquetes? Há uns tempos encontrei uma, com o meu nome, turma e o ano que frequentava, o 8º. Estávamos tão longe de imaginar que da disquete passaríamos às clouds.. tenho pena de não poder aceder ao seu conteúdo, pois tenho certeza que devia conter algumas pérolas da altura.

Sei que agora dá para rir, e deixa até uma certa nostalgia pensar que fazemos parte de uma geração que soube o que é um telemóvel com teclas, que via as Tartarugas Ninja e corria no recreio da escola sem consultar as redes sociais. Há uns dias fui à Worten e lá dei comigo agarrada a um telemóvel com teclas, para ver se ainda era capaz de escrever sem olhar para o teclado. A verdade é que não foi fácil, afinal de contas, são hábitos que se perdem, mas não se esquecem, lá me desenrasquei.

 

 

 

Em busca de uma alimentação saudável #4

Em busca de uma alimentação saudável #4

É domingo, o que por si só já é um dia deprimente (porque todos sabemos o dia que vem amanhã! Aquele dia do demo.. a Segunda!), mas está de chuva e escuro, o que torna ainda mais triste este domingo!
Para animar aqui a coisa, trago-vos uma mini-receita. Isto tudo porque ontem comi salada de tomate, que aprecio bastante, mas o tomate nesta altura do ano não sabe a nada.. São ácidos, pouco sumarentos, não têm aquela doçura que se encontra nos meses mais quentes que ainda estão por vir.

Posto isto, no outro dia, ocorreu-me fazer salada de couve, que eu gosto bastante mas raramente me lembro de fazer, talvez porque o truque desta salada seja ficar feita de véspera e nem sempre uma pessoa pensa na véspera o que vai comer no dia seguinte.

Passemos aos ingredientes e afins. Eu costumo usar couve roxa, couve coração, cenoura, maçã, azeite, vinagre/sumo de limão, pimenta e sal. Basta cortarem bem fino as couves, a cenoura e a maçã, o ideal é ralar mesmo, e temperar a gosto. Há quem ponha maionese em vez do azeite, mas a intenção disto é comer algo mais saudável, portanto… mas quem preferir a maionese, também é uma opção.

Et voilà! Mexem tudo com as mãos, levam ao frigorífico e podem comer quando quiserem, mas como disse, fica melhor de um dia para o outro, pois a couve amolece!
Espero que o vosso fim de semana tenha sido bom, e já que o dia está péssimo, aproveitem e façam salada de couve para amanhã :)!

Desodorizante vegan + desperdício zero

Desodorizante vegan + desperdício zero

Há uns tempos falei-vos de marcas que são cruelty free e não realizam testes em animais. Como é um tema que me interessa tenho optado por comprar produtos que sigam a mesma linha e de preferência sejam naturais.

Procurei durante muito tempo um desodorizante que não fosse anti-transpirante, porque o normal é transpirar (e não devemos contrariar isso), mas que tivesse a capacidade de neutralizar o cheiro do suor.

Não foi fácil encontrar, porque além da eficácia, eu procurava um desodorizante natural, sem compostos sintéticos, (como por exemplo o alumínio),  mas a verdade é que começam a ver-se cada vez mais opções no mercado e descobri algumas!

Após pesquisa encontrei várias marcas que prometiam um produto natural, e que mantinha o odor afastado, sem ter acção anti-transpirante. Experimentei vários desodorizantes, e nenhum me convenceu. Até descobrir aquele de que hoje vos quero falar!
Para quem, como eu, queria um produto natural/vegan, que não teste em animais e que resulta, então continuem a ler e vejam as fotos que vos deixo.

A marca Saponina, que conheci através do facebook, tem, entre outros produtos (como oléos corporais, champôs, pasta dos dentes, velas de soja), desodorizantes sólidos que prometem neutralizar o cheiro a suor, são cruelty free, e zero desperdício.

Claro que tinha de experimentar.. Mandei vir dois, um de Tea tree e Palmarosa, e o outro de Alfazema e Palmarosa. Escolhi estes cheiros porque um está indicado como mais forte e outro mais suave e queria ver qual funcionava melhor comigo. Acabei por testar só o de Tea tree e Palmarosa porque a minha mãe apoderou-se do outro. Mas o feedback dela também foi positivo.

Quanto à encomenda em si, chegaram nesta caixa fofinha e individualizados em saquinhos de papel.

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É aqui que entra o desperdício zero pois não têm embalagens de plástico, que geralmente vemos nos supermercados, e são utilizáveis até à última partícula.

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O método de uso é simples: após o banho, ainda com as axilas molhadas, passar o desodorizante que vai depositar uma camada fina de produto na pele.

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Como sabem ainda não estamos no pico do Verão, mas esta semana esteve calor e posso dizer que realmente resulta. Claro que transpirei, não há milagres, mas dura todo o dia sem ficar a cheirar a suor. É realmente eficaz e cumpre tudo aquilo que eu desejava, neutraliza o odor, é vegan, não testa em animais e é zero desperdício, será possível haver melhor? Já experimentaram? Se conhecem outras opções, contem-me tudo 🙂

 

Blog do Mês #1

Blog do Mês #1

Já referi várias vezes em textos e no facebook, que tenho um blog porque aprecio ler e escrever. Gosto de passar para “o papel” aquilo que por vezes me vai na alma e na cabeça.

E foi perante este gosto que surgiu a ideia para esta “rúbrica”, O Blog do Mês. Partindo da ideia de que todos nós (que escrevemos textos/post) gostamos de ter quem nos leia, porque faz mais sentido escrever e partilhar do que escrever apenas para nós, tive a ideia de todos os meses sugerir aqui no meu estaminé um autor/blogger que eu siga e aprecie ler. O objectivo final é dar a conhecer novos blogs, e gerar uma maior interacção entre todos :).

Este mês, é a estreia, e não poderia escolher outra pessoa senão aquela que me “incentivou” a lançar o meu blog e que para além disso tem um imenso talento para a escrita.

O blog do mês é “Steff’s World – A Soma dos Dias”, e pertence à Estefânia.

https://steffsworldasomadosdias.wordpress.com

Recolhi alguns dados biográficos sobre a autora:

Local onde vive:

“Diria na Covilhã…com estadias mais ou menos prolongadas em outras cidades por esse país fora.”

Profissão

Professora de Português e Educação Especial. (Talvez seja daqui que lhe surgiu o bichinho pela escrita).

Idade

 41

Três coisas que adore:

“Adoro, como o próprio logotipo do blog nos indica, gatos. Adoro conduzir, quando o calor ainda é ameno, em dias de sol com a janela do carro    aberta e o vento a bater no rosto. Adoro séries…viciada mesmo.”

E coloquei-lhe algumas questões relacionadas com o blog:

Qual o motivo para a criação do blog?

“Sou professora de Português e de Educação Especial. Nos últimos anos tenho exercido como professora de Educação Especial. A minha parte de professora de Português sentia falta das leituras, das análises textuais. No fundo foi uma forma de não perder o contacto com o mundo da Língua Portuguesa. Por outro lado, há muito que algumas pessoas amigas, e sobretudo a minha irmã, me diziam que devia colocar por escrito alguns dos comentários que fazia, algumas das coisas que contava. No fundo foram eles o empurrão que faltava até porque sentia que tinha umas coisas para dizer a quem me quisesse ouvir.”

Qual a inspiração para o nome “Steff’s World – A soma dos dias”?

“Foi quase instantâneo. Ao mesmo tempo que pensava em criar o blog pensei logo no Steff’s World. A ideia primeira era a de contar pequenas histórias sobre “o meu mundo” e a forma como o via. Daí o mundo da Steff (petit nom ou diminutivo do meu próprio nome). O subtítulo “A Soma dos Dias” pretendeu ser a minha homenagem à Isabel Allende, que tem um livro com esse nome, ao mesmo tempo que pretendia passar a ideia que as histórias que iria contar seriam sobre temas do dia-a-dia.”

Como e porque dedicaste o blog a um tipo específico de conteúdo e textos?

“No início sabia que queria escrever, como disse, pequenas histórias do dia-a-dia, o meu ponto de vista sobre factos e acontecimentos do país e do mundo. Portanto o formato que melhor se adequava a esse intento era o das crónicas. E foi o tipo de texto que mais escrevi ao longo dos primeiros meses de existência do blog. Mais tarde, e a fim de participar num concurso, lancei-me na escrita de um conto. Assumo que lhe tomei o gosto e entre crónicas vão aparecendo alguns contos que têm como ponto de partida, letras de músicas. Ultimamente, e porque à medida que o tempo passa sentimos vontade de inovar, criei uma rubrica que intitulei “Elas, as que fazem a diferença” onde escrevo textos biográficos sobre mulheres que se destacaram por alguma razão enquanto pessoas e/ ou enquanto profissionais.”

O que te dá mais gosto publicar?

“Neste momento assumo que prefiro publicar contos. Ainda que continue a sentir vontade de opinar sobre o mundo que me rodeia (e por isso continuem a surgir crónicas no blog), o que me dá mais gosto, porque é sempre um desafio bem maior, são os contos que vou criando.”

Porque é que aconselhas as pessoas a “ler-te”?

“Considero que sou uma contadora de histórias. As histórias são apresentadas numa escrita leve e despretensiosa. Quer seja em formato de crónica (apresentando opiniões e formas de estar), em formato conto (apresentando breves histórias que procuram retratar o mundo em que vivemos) ou em biografias de mulheres que marcam ou marcaram a história mundial, penso que quem me lê passa uns minutos de leitura simpática e relaxante e que, por isso, sai mais enriquecido… Quem não gosta de uma boa história?”

❤ Agradeço à Estefânia ❤ pela paciência para responder às minhas questões, mas sei que ela fala pelos cotovelos, (como podem ver pela extensão das respostas dela) mas também não lhe impus limite. Acho que para se dar a conhecer deve haver liberdade :).

Ponderei muito antes de escrever este post, se manteria as respostas originais da Estefânia, ou se tentaria fazer um resumo de tudo. Decidi manter as suas próprias palavras, porque sou da opinião que quando falamos sobre algo que nos apaixona, isso transparece na escrita, e não queria que as suas respostas perdessem a sua essência. Afinal de contas, este post serve para a conhecerem e ficarem com a curiosidade aguçada para visitar o cantinho dela, onde oferece um sem número de textos, desde contos, crónicas, opiniões, com uma qualidade.