Em busca de uma alimentação saudável #4

Em busca de uma alimentação saudável #4

É domingo, o que por si só já é um dia deprimente (porque todos sabemos o dia que vem amanhã! Aquele dia do demo.. a Segunda!), mas está de chuva e escuro, o que torna ainda mais triste este domingo!
Para animar aqui a coisa, trago-vos uma mini-receita. Isto tudo porque ontem comi salada de tomate, que aprecio bastante, mas o tomate nesta altura do ano não sabe a nada.. São ácidos, pouco sumarentos, não têm aquela doçura que se encontra nos meses mais quentes que ainda estão por vir.

Posto isto, no outro dia, ocorreu-me fazer salada de couve, que eu gosto bastante mas raramente me lembro de fazer, talvez porque o truque desta salada seja ficar feita de véspera e nem sempre uma pessoa pensa na véspera o que vai comer no dia seguinte.

Passemos aos ingredientes e afins. Eu costumo usar couve roxa, couve coração, cenoura, maçã, azeite, vinagre/sumo de limão, pimenta e sal. Basta cortarem bem fino as couves, a cenoura e a maçã, o ideal é ralar mesmo, e temperar a gosto. Há quem ponha maionese em vez do azeite, mas a intenção disto é comer algo mais saudável, portanto… mas quem preferir a maionese, também é uma opção.

Et voilà! Mexem tudo com as mãos, levam ao frigorífico e podem comer quando quiserem, mas como disse, fica melhor de um dia para o outro, pois a couve amolece!
Espero que o vosso fim de semana tenha sido bom, e já que o dia está péssimo, aproveitem e façam salada de couve para amanhã :)!

Desodorizante vegan + desperdício zero

Desodorizante vegan + desperdício zero

Há uns tempos falei-vos de marcas que são cruelty free e não realizam testes em animais. Como é um tema que me interessa tenho optado por comprar produtos que sigam a mesma linha e de preferência sejam naturais.

Procurei durante muito tempo um desodorizante que não fosse anti-transpirante, porque o normal é transpirar (e não devemos contrariar isso), mas que tivesse a capacidade de neutralizar o cheiro do suor.

Não foi fácil encontrar, porque além da eficácia, eu procurava um desodorizante natural, sem compostos sintéticos, (como por exemplo o alumínio),  mas a verdade é que começam a ver-se cada vez mais opções no mercado e descobri algumas!

Após pesquisa encontrei várias marcas que prometiam um produto natural, e que mantinha o odor afastado, sem ter acção anti-transpirante. Experimentei vários desodorizantes, e nenhum me convenceu. Até descobrir aquele de que hoje vos quero falar!
Para quem, como eu, queria um produto natural/vegan, que não teste em animais e que resulta, então continuem a ler e vejam as fotos que vos deixo.

A marca Saponina, que conheci através do facebook, tem, entre outros produtos (como oléos corporais, champôs, pasta dos dentes, velas de soja), desodorizantes sólidos que prometem neutralizar o cheiro a suor, são cruelty free, e zero desperdício.

Claro que tinha de experimentar.. Mandei vir dois, um de Tea tree e Palmarosa, e o outro de Alfazema e Palmarosa. Escolhi estes cheiros porque um está indicado como mais forte e outro mais suave e queria ver qual funcionava melhor comigo. Acabei por testar só o de Tea tree e Palmarosa porque a minha mãe apoderou-se do outro. Mas o feedback dela também foi positivo.

Quanto à encomenda em si, chegaram nesta caixa fofinha e individualizados em saquinhos de papel.

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É aqui que entra o desperdício zero pois não têm embalagens de plástico, que geralmente vemos nos supermercados, e são utilizáveis até à última partícula.

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O método de uso é simples: após o banho, ainda com as axilas molhadas, passar o desodorizante que vai depositar uma camada fina de produto na pele.

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Como sabem ainda não estamos no pico do Verão, mas esta semana esteve calor e posso dizer que realmente resulta. Claro que transpirei, não há milagres, mas dura todo o dia sem ficar a cheirar a suor. É realmente eficaz e cumpre tudo aquilo que eu desejava, neutraliza o odor, é vegan, não testa em animais e é zero desperdício, será possível haver melhor? Já experimentaram? Se conhecem outras opções, contem-me tudo 🙂

 

Blog do Mês #1

Blog do Mês #1

Já referi várias vezes em textos e no facebook, que tenho um blog porque aprecio ler e escrever. Gosto de passar para “o papel” aquilo que por vezes me vai na alma e na cabeça.

E foi perante este gosto que surgiu a ideia para esta “rúbrica”, O Blog do Mês. Partindo da ideia de que todos nós (que escrevemos textos/post) gostamos de ter quem nos leia, porque faz mais sentido escrever e partilhar do que escrever apenas para nós, tive a ideia de todos os meses sugerir aqui no meu estaminé um autor/blogger que eu siga e aprecie ler. O objectivo final é dar a conhecer novos blogs, e gerar uma maior interacção entre todos :).

Este mês, é a estreia, e não poderia escolher outra pessoa senão aquela que me “incentivou” a lançar o meu blog e que para além disso tem um imenso talento para a escrita.

O blog do mês é “Steff’s World – A Soma dos Dias”, e pertence à Estefânia.

https://steffsworldasomadosdias.wordpress.com

Recolhi alguns dados biográficos sobre a autora:

Local onde vive:

“Diria na Covilhã…com estadias mais ou menos prolongadas em outras cidades por esse país fora.”

Profissão

Professora de Português e Educação Especial. (Talvez seja daqui que lhe surgiu o bichinho pela escrita).

Idade

 41

Três coisas que adore:

“Adoro, como o próprio logotipo do blog nos indica, gatos. Adoro conduzir, quando o calor ainda é ameno, em dias de sol com a janela do carro    aberta e o vento a bater no rosto. Adoro séries…viciada mesmo.”

E coloquei-lhe algumas questões relacionadas com o blog:

Qual o motivo para a criação do blog?

“Sou professora de Português e de Educação Especial. Nos últimos anos tenho exercido como professora de Educação Especial. A minha parte de professora de Português sentia falta das leituras, das análises textuais. No fundo foi uma forma de não perder o contacto com o mundo da Língua Portuguesa. Por outro lado, há muito que algumas pessoas amigas, e sobretudo a minha irmã, me diziam que devia colocar por escrito alguns dos comentários que fazia, algumas das coisas que contava. No fundo foram eles o empurrão que faltava até porque sentia que tinha umas coisas para dizer a quem me quisesse ouvir.”

Qual a inspiração para o nome “Steff’s World – A soma dos dias”?

“Foi quase instantâneo. Ao mesmo tempo que pensava em criar o blog pensei logo no Steff’s World. A ideia primeira era a de contar pequenas histórias sobre “o meu mundo” e a forma como o via. Daí o mundo da Steff (petit nom ou diminutivo do meu próprio nome). O subtítulo “A Soma dos Dias” pretendeu ser a minha homenagem à Isabel Allende, que tem um livro com esse nome, ao mesmo tempo que pretendia passar a ideia que as histórias que iria contar seriam sobre temas do dia-a-dia.”

Como e porque dedicaste o blog a um tipo específico de conteúdo e textos?

“No início sabia que queria escrever, como disse, pequenas histórias do dia-a-dia, o meu ponto de vista sobre factos e acontecimentos do país e do mundo. Portanto o formato que melhor se adequava a esse intento era o das crónicas. E foi o tipo de texto que mais escrevi ao longo dos primeiros meses de existência do blog. Mais tarde, e a fim de participar num concurso, lancei-me na escrita de um conto. Assumo que lhe tomei o gosto e entre crónicas vão aparecendo alguns contos que têm como ponto de partida, letras de músicas. Ultimamente, e porque à medida que o tempo passa sentimos vontade de inovar, criei uma rubrica que intitulei “Elas, as que fazem a diferença” onde escrevo textos biográficos sobre mulheres que se destacaram por alguma razão enquanto pessoas e/ ou enquanto profissionais.”

O que te dá mais gosto publicar?

“Neste momento assumo que prefiro publicar contos. Ainda que continue a sentir vontade de opinar sobre o mundo que me rodeia (e por isso continuem a surgir crónicas no blog), o que me dá mais gosto, porque é sempre um desafio bem maior, são os contos que vou criando.”

Porque é que aconselhas as pessoas a “ler-te”?

“Considero que sou uma contadora de histórias. As histórias são apresentadas numa escrita leve e despretensiosa. Quer seja em formato de crónica (apresentando opiniões e formas de estar), em formato conto (apresentando breves histórias que procuram retratar o mundo em que vivemos) ou em biografias de mulheres que marcam ou marcaram a história mundial, penso que quem me lê passa uns minutos de leitura simpática e relaxante e que, por isso, sai mais enriquecido… Quem não gosta de uma boa história?”

❤ Agradeço à Estefânia ❤ pela paciência para responder às minhas questões, mas sei que ela fala pelos cotovelos, (como podem ver pela extensão das respostas dela) mas também não lhe impus limite. Acho que para se dar a conhecer deve haver liberdade :).

Ponderei muito antes de escrever este post, se manteria as respostas originais da Estefânia, ou se tentaria fazer um resumo de tudo. Decidi manter as suas próprias palavras, porque sou da opinião que quando falamos sobre algo que nos apaixona, isso transparece na escrita, e não queria que as suas respostas perdessem a sua essência. Afinal de contas, este post serve para a conhecerem e ficarem com a curiosidade aguçada para visitar o cantinho dela, onde oferece um sem número de textos, desde contos, crónicas, opiniões, com uma qualidade.

The Sunshine Blogger Award

The Sunshine Blogger Award

Sexta feiraaa! E sai um post que já vem bem atrasado. Fui nomeada para um “prémio” da blogosfera – The Sunshine Blogger Award – pela querida Sara do blog Healthyfoodandme. Obrigada por ser uma das tuas escolhas!  

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Regras do Sunshine Blogger Award:

  • Agradecer ao blogger que te nomeou;
  • Responder às 11 perguntas que te foram dadas;
  • Nomear 11 bloggers e fazer-lhes 11 perguntas;
  • Colocar as regras e incluir o logo do prémio no post.

As minhas respostas:

1- Qual é a melhor parte de ser blogger?

A melhor parte de ter um blog é a partilha, é saber que estou a escrever para alguém, e poder ler aquilo que outras pessoas compartilham.

2 – Já tiveste algum blog antes do atual? Se sim qual era e porque desististe dele?

Já. Tinha o mesmo nome, e eu publicava com pouca frequência, tal como este, era apenas um hobby que me dava gosto, e ao qual recorria quando me apetecia escrever. Desisti dele porque nem sempre há tempo, ideias ou vontade. Passado uns anos, criei o actual 🙂

3 – Batatas fritas ou pipocas?

Tenho mesmo de escolher?! Adoro ambas.. como mais vezes batatas fritas que pipocas, mas também gosto imenso de pipocas. Apenas e só pela regularidade com que consumo: batatas fritas.

4 – Preferes um bom serão no sofá com manta e snacks ou uma ida ao cinema?

Mais uma vez são duas coisas completamente distintas, não fica fácil. Mas de inverno prefiro um bom serão ao sofá, com gordices e uma boa série. De verão prefiro uma ida ao cinema.

5 – O que vem primeiro, cereais ou o leite?

Nesta não tenho quaisquer dúvidas e passo a explicar porquê. Não como leite com cereais, adoro leite, mas nunca com cereais. Só consigo comer os cereais secos, directamente da caixa. Acho que isto dá um empate, não?

6 – Flores verdadeiras ou falsas?

Verdadeiras, mas no sítio delas, na natureza. Para ter em casa, falsas, ou então criadas com o propósito de serem vendidas para casa. Nada de ramos de flores.

7- Qual foi a melhor coisa que te aconteceu relacionada com o blog?

Conhecer algumas pessoas, opiniões e produtos.

8 – Se fosses rica, ou com bastante dinheiro, o que farias?

Será mais fácil responder ao que não faria… afinal de contas quando se tem muito dinheiro quase tudo é possível. Quase. Mas não querendo parecer cliché, ajudaria as pessoas que me são queridas, viajaria e criava centros de apoio para animais anbandonados.

9 – Ginásio ou exercícios em casa?

Hummmm… Nenhum dos dois. Não faço exercício com regularidade, mas quando tento fazer é em casa, ou ao ar livre.

10 – Nasceste onde?

Em Coimbra.

11 – Gostavas de viver noutro país? Se sim, qual?

Gosto muito de viver em Portugal, e gostaria muito de visitar inúmeros países, mas não me imagino a viver noutro local. Se tivesse mesmo de ser, talvez um país nórdico, não pelo clima (que odeio frio) mas pela qualidade de vida.

Nomeados:

O Mundo da Carochinha https://acarochinha.wordpress.com

Tudo no Sítio Certo https://tudonositiocerto.wordpress.com

Dois Mil e Tu https://doismiletu.wordpress.com

Cenas de Uma Rapariga Bem Disposta https://cenasdeumaraparigabemdisposta.wordpress.com

Steff’s World – A Soma dos Dias https://steffsworldasomadosdias.wordpress.com

A Preto e Rosa http://www.apretoerosa.com

Achar o Fio à Meada https://www.acharofioameada.com

Carina M Campos https://carinamcampos.blogs.sapo.pt

Vintage Girl http://www.vintagegirl.pt/

Dezassete https://www.bydezassete.com/

Carolina https://www.bycarolina.pt

As minhas perguntas:

  1. Qual a principal razão que te levou a criar o blog?
  2. Há quanto tempo tens o blog
  3. Ficar em casa a ver televisão, ou sair para dançar com amigos?
  4. Caracóis ou gelado?
  5. Qual a tua área de formação?
  6. Qual o teu livro do coração?
  7. Se pudesses fazer uma viagem à tua escolha, sem qualquer restrição, para onde seria? E porquê?
  8. Roupa ou maquilhagem?
  9. Salto alto ou sapatilhas?
  10. Onde moras actualmente?
  11. Que música escolherias, se apenas pudesses ouvir uma para o resto da tua vida?

Parabéns a todos os nomeados, foram escolhidos porque gosto de vos ler e acompanhar! Fico à espera das vossas respostas 

 

“ConViver” com a psoríase.

“ConViver” com a psoríase.

A psoríase é uma doença crónica, autoimune, de longa duração, caracterizada por manchas na pele. Estas manchas provocam geralmente vermelhidão, comichão e têm um aspecto escamoso. A gravidade e extensão da doença varia consoante o indivíduo, sendo que podem ser apenas manchas de pequenas dimensões, ou revestir grandes partes do corpo.

Existem cinco tipos de psoríase, e eu tenho psoríase em placas, a mais comum e que afecta um maior número de pessoas. Este tipo de psoríase manifesta-se através de manchas avermelhadas com pele escamada à superfície (células de pele mortas). E, no meu caso, aparece num único local, o couro cabelo, mais concretamente na nuca.

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Esta doença não é contagiosa, mas existem factores genéticos (associados a um estimulo externo) que predispõem a pessoa a ter psoríase. Não existe cura conhecida para a doença, apenas se conhecem vários tratamentos que podem ajudar, ou não, consoante o caso. Homens e mulheres são igualmente afectados, e a doença pode ter início em qualquer idade, eu tinha talvez 20 anos (não me lembro ao certo, pois de início não foi diagnosticada como psoríase). Existiem factores que podem desencadear períodos frequentes de desaparecimento, reaparecimentos e agravamento dos sintomas.

O tratamento para esta doença costuma ser simples, através de cremes ou fototerapia. Existem também medicamentos orais ou injetáveis que regra geral são utilizados quando a qualidade de vida fica comprometida. A própria exposição à luz solar pode, em certos casos, ser benéfica. Mas é aqui que, no meu caso, tudo se complica. Como já vos referi, tenho psoríase no couro cabelo, mais concretamente na nuca, e como tal não é uma zona que possa expor ao sol com facilidade, ou aplicar cremes regularmente.

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A imagem é meramente ilustrativa. Gosto de acreditar que o meu caso não está tão mau!

Aquilo que tento fazer, é descobrir qual o melhor tratamento que resulta comigo, o que não tem sido fácil, pois já usei imensas marcas ao longo dos anos. Já utilizei cremes naturais, aloé vera, pomadas de farmácia, champôs, um sem número de opções e marcas, que até agora atenuam mas não resolvem completamente.

Como referi acima esta doença não tem cura, mas pode “acalmar”, pois quando está nas suas fases mais agressivas provoca imensa comichão, e se forem como eu, que tenho dificuldade em não coçar, por vezes a situação fica feia e chega a doer, pois a pele fica muito frágil. Ainda não encontrei o medicamento ideal para mim. Quem tem alguma sugestão que me possa dar? Ou que sofra do mesmo e tenha dicas úteis?

Em relação à exposição da doença, confesso que não me incomoda e não deixo de utilizar rabo de cavalo, apesar de saber que não é bonito de se ver. Mas sei que há pessoas que sofrem imenso com a imagem que têm e com a psoríase. Se são uma dessas pessoas, só vos posso dizer, que não escolhemos ter este problema, e como tal não devem envergonhar-se. Vamos lá, contem-me tudo. Preciso de dicas que funcionem, para ver se deixo de coçar (e para que os meus amigos deixem de me bater nas mãos)!

Essenciais de beleza #2

Essenciais de beleza #2

Porque sou mulher, e quase todas gostamos de maquilhagem e produtos de beleza, o post de hoje é sobre alguns do meus preferidos e outros não tão amados.

Ao longo do tempo muito são os produtos que compro e que depois de utilizar, acabo por nunca mais comprar.. Alguns porque não funcionam com a minha pele, outros porque não são tão bons quanto parecem à primeira vista e outros porque descubro um substituto melhor e por vezes mais barato.

Aquilo que vos mostro hoje são os produtos que comprei nos últimos tempos, há outros, mas estes são aqueles que gosto mais e outros que comprei por influência de reviews.

Então da esquerda para a direita:

  • Base Dermablend da Vichy
  • L.A. Girl Pro Concealer
  • Máscara Volume Million Lashes da L’Oreal
  • Corrector Fit Me da Maybelline
  • Base Dermablend 3D Correction da Vichy
  • Máscara Miss Baby Roll da L’Oreal

Os produtos que comprei por influência de reviews foram as duas máscaras de pestanas, pois ando sempre em busca de uma boa e barata. Ouvi dizer maravilhas de ambas, pelo instagram e blogosfera fora não se falava de outra coisa, mas a mim, nenhuma das duas me agrada especialmente.. Vou usando ambas, mas tendo em conta o preço não voltarei a comprar. E regra geral utilizo uma que tenho em casa mais barata e que dá um acabamento mais natural, sem deixar pestanas coladas e sem cair pedacinhos de máscara ao longo do dia.

Quanto às bases da Vichy, são “as minhas meninas” e uso-as há anos. Já experimentei outras, mas ainda nenhuma ganhou o meu coração e as destronou! O preço não é propriamente convidativo, mas a qualidade é bastante boa, e eu tenho uma pele mista que não é fácil de agradar..

Por último, em relação aos correctores, o da L. A. Girl comprei online e a cor nem sempre é fácil de acertar, neste caso era o que queria, mais alaranjado. O preço destes correctores é fantástico e o produto, não sendo nenhum “Dior” é bom também. Quanto ao Fit Me, comprei num tom mais claro para iluminar, e não desgosto, mas mais uma vez friso que há melhor, no entanto, dentro da relação qualidade preço é bastante bom.

Quem se maquilha com frequência, sabe que depois da base, corrector e máscara, há mais um sem número de passos e produtos. Mas por hoje quis mostrar-vos apenas estes e não entrar nos pós, blushes, fixadores, iluminadores… A seu tempo falaremos desses produtos 😊.

Como disse, continuo em busca da base perfeita, e dos melhores preços para os produtos. Quais usam? Qual a vossa opinião em relação a estes?

Não importa se é 13 ou não, desde que seja Sexta-feira.

Não importa se é 13 ou não, desde que seja Sexta-feira.

Sexta-feira 13, temida por uns, adorada por outros. Mas de onde surgiu esta crença de que este dia é sinal de má sorte? De agouro? Sempre me perguntei, pois para mim nunca foi um dia de azar, mas apenas uma sexta-feira como qualquer outra. E como eu adoro Sextas!! Enquanto para algumas pessoas este dia traz maus presságios, para outras é até considerado um dia de sorte. Como pode um dia ser interpretado de tantas formas e ter tanto poder na mente de certas pessoas? Como sou curiosa fui pesquisar, e encontrei algumas coisas interessantes. Aliás, vocês sabiam que para que o dia 13 calhe numa sexta-feira, o mês tem que começar num domingo?

Muitos são os números a que atribuímos conotações positivas ou negativas ao longo dos séculos. Para muitos o número 12 é considerado um número “bom” e completo, e são muitas as alusões que vemos com este número. O 12 representa os 12 meses do ano, os 12 signos do zodíaco, as 12 horas do relógio, os 12 apóstolos de Jesus Cristo, os 12 deuses gregos… Já o número 13, que lhe sucede, está associado a uma carga negativa, de mau presságio e má sorte. No catolicismo, está relacionado com a morte de Jesus pois estavam 13 pessoas sentadas à mesa na Última Ceia (sendo que a 13ª era Judas, que acabou por traí-lo), e acredita-se que Jesus foi crucificado a uma sexta-feira.

Por outro lado, desde o século XIV que a sexta-feira é considerada o dia da semana que traz mais azar, acredita-se que por ser o final da semana, não se deva iniciar novos trabalhos, nem projectos ou fazer viagens à sexta-feira.

Sexta-feira era o dia em que se realizavam os enforcamentos na Grã-bretanha e era, para os Romanos, dia de crucificações. Diz-se também que terá sido neste dia que Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden.

Apesar de as explicações encontradas para a associação entre o azar e a Sexta-feira 13 serem baseadas em acontecimentos históricos que não podemos tomar como totalmente verídicos, o certo é que existem actualmente muitas pessoas que têm um medo irracional e incomum ao número 13 (fobia conhecida como triscaidecafobia). Mas há também quem sofra de uma fobia ainda mais específica, a parascavedecatriafobia, que se aplica a quem tem medo unicamente das Sextas-feiras 13.

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Existem superstições muito comuns, que todos conhecemos, mas nem todos acreditamos. Aqui vos deixo algumas das mais conhecidas e a explicação de cada uma:

1 – Partir um espelho dá 7 anos de azar.

Os romanos, pioneiros na criação de espelhos de vidro, acreditavam que se este se partisse tinha o poder de confiscar a alma da pessoa que ficaria presa dentro dele, durante sete anos. Para consolidar ainda mais a superstição a este objecto, a história foi alimentada durante a Idade Média, pois os espelhos eram muito caros, e portanto os patrões avisavam os seus empregados que se partissem o espelho iriam ter muito azar.

2 – Abrir o guarda-chuva dentro de casa dá azar.

Esta superstição nasceu porque se acreditava que este objecto, conhecido por proteger das tempestades, ao abrir-se dentro de quatro paredes, insultava os espíritos guardiões, levando-os a deixar a casa desprotegida.

3 – Quando a orelha esquerda está vermelha, é sinal que estão a dizer mal de nós.

Reza a história, que esta superstição nasceu da ideia, difundida durante o século I, de que no ar existia uma espécie de “mercúrio universal”, que permitia a transferência de energia entre pessoas. Desta forma, quando alguém falava mal de outrem, as palavras chegavam sempre aos ouvidos do lesado.

4 – Entornar sal dá azar.

Esta superstição nasceu durante o Império Romano, onde o sal era uma espécie de ouro, pois era a única forma de se conservarem os alimentos. Assim, dizia-se que dava azar derrubá-lo de forma a que se tentasse preservá-lo ao máximo. Para além do seu valor utilitário, os soldados eram pagos com sal e daí a origem da palavra salário que utilizamos ainda nos dias de hoje.

5 – Passar por baixo de uma escada dá azar.

Esta superstição surgiu porque uma escada aberta forma, em conjunto com o chão, um triângulo, símbolo da Santíssima Trindade, e por isso passar debaixo de uma escada ou escadote significa “violar” chão sagrado.

6 – Bater 3 vezes na madeira quando se diz algo que não queremos que aconteça.

Bater 3 vezes na madeira para afastar o azar é uma superstição muito antiga. Acredita-se que a expressão nasceu com os índios americanos que tinham o hábito de dar alguns toques nas árvores, pois criam que os deuses ai habitavam, desta forma quando pensavam estar a aproximar-se de algum mal, ao bater 3 vezes chamavam a sua atenção para os acudir.

7 – Varrer os pés de uma pessoa faz com que ela não case.

Ninguém sabe ao certo de onde surgiu essa superstição, mas acredita-se que estivesse relacionada com feitiçaria lançada por uma bruxa. Apesar de não se conhecer a sua origem, perdurou no tempo, e ainda hoje é comum ouvir-se esta expressão.

8 – Cruzar os dedos

Embora não haja muitas teorias que provem a origem desta superstição, uma delas assenta no facto de que na época em que o cristianismo era ilegal, cruzar os dedos era uma forma secreta de os cristãos se reconhecerem uns aos outros. Mesmo que associado a uma superstição, este gesto é por vezes feito com o intuito de atrair sorte, não se relacionando com o mal, mas sim com o positivo.

9 – Levantar-se com o pé direito, entrar com o pé direito

Os Romanos acreditavam que o lado esquerdo era maldito. E mesmo com a difusão do cristianismo, o lado esquerdo continuou a ter uma conotação negativa, pois segundo a tradição cristã, os eleitos de Deus permaneciam sempre à Sua direita, sendo o lado direito visto como o positivo. Ao longo dos tempos, levantar ou entrar em qualquer espaço com o pé direito tornou-se sinónimo de boa sorte, enquanto levantar com o esquerdo significa que pode atrair azar.

10 – No dia do casamento o noivo não deve ver a noiva antes da cerimónia

Crê-se que esta superstição terá surgido em tempos muito antigos, quando eram os pais quem decidia os casamentos. Dessa forma evitava-se que o noivo, ao conhecer a sua noiva, se arrependesse e desistisse do casamento, pois seria a primeira vez que a veria. Nos tempos que correm, esta superstição foi adoptada apenas em relação ao dia do casamento.

11 – Cruzar facas dá azar

Esta superstição tem origens judias. Os cristãos-novos tinham repulsa a tudo o que se relacionasse com uma cruz, porque embora se mostrassem cristãos por fora, para não serem massacrados, consideravam-se judeus por dentro. Por isso as facas cruzadas, que formam uma cruz, eram consideradas símbolo de azar.

13- A visita sempre deve sair pela mesma porta que entrou, pois do contrário, nunca mais voltará.

14 – Contar estrelas faz com que cresçam cravos nas mãos.

15 – Ver um gato preto dá azar.

Para estas três últimas não encontrei nenhuma explicação ou facto histórico que lhe possa ser associado, tirando a última que poderá estar ligada à bruxaria, visto que os gatos pretos são regra geral associados ao mistério e feitiçaria.

E vocês? Contem-me tudo, porque eu gosto muito de saber estas coisas.. confesso que o ser humano é fascinante no que toca à mente, porque não se enganem, isto é tudo psicológico! Pelo menos é assim que eu penso. Mas sei que muitas pessoas tem superstições, ou até mesmo rituais, que não estão associados a este dia em específico, mas que se manifestam com regularidade. Há quem nunca passe por baixo de escadas, seja Sexta-feira 13, ou não. Há quem goste de ter o volume do carro sempre num certo número. Há quem goste de números pares.. Vamos lá, contem-me como é por aí, se são supersticiosos ou não, e se têm coisas que não fazem mesmo!