Séries do meu coração #3

Séries do meu coração #3

Se Dark, foi para mim, a melhor série de 2017, Killing Eve é a melhor série de 2018. A não ser que, entretanto, haja uma mega estreia que consiga destronar esta série, Killing Eve é a série do ano.killing-eveClaro que no que toca a séries os gostos são sempre muito particulares e cada pessoa tem as suas preferências. Comecei a ver Killing Eve, carinhosamente encurtada para “Eve” assim que ficou disponível. Não são raras as vezes em que dou por mim a procurar novas séries para ver, e foi numa dessas ocasiões que esbarrei com “Eve”.

A sinopse prometia, prendeu a minha atenção de imediato. A classificação era boa, e eu tinha tempo suficiente para dar uma oportunidade ao único episódio que existia disponível na altura.

Assim foi, 40 minutos de pura concentração, a suster a respiração e de coração nas mãos. “Ritual” que se repetiu em todos os oito episódios que compõem a primeira temporada. Para ter com quem comentar, convenci duas amigas a ver também, e passámos as últimas semanas completamente apaixonadas pela série.

Sem querer desvendar demasiado, a série trata da relação entre uma astuta agente do MI5 e uma assassina profissional. A caça começa quando Villanelle se exibe, aliando a sua frieza, humor e gosto peculiar pela dor e morte à sua profissão. Eve, a personagem principal, tem a dura tarefa de apanhar a assassina, mas nem sonha que as duas estabelecerão uma estranha ligação.

Estes oito episódios souberam-me a muito pouco. É uma série em que todos os episódios contam algo novo, que nos deixa cativados e nos faz querer saber mais. Infelizmente a segunda temporada só volta em 2019!

Portanto, voltei ao mesmo.. o que ver?! Para além das 1000 séries que já vejo, mas que estão paradas, ou só sai um episódio por semana.. Preciso de algo que preencha este vazio que Killing Eve deixou!maxresdefaultPara quem gosta de séries com acção, uma pitada (grande) de psicopatia e algum humor negro, esta é o ideal. Quem já viu por ai? Que acharam?
Quem não viu, veja!

 

Usei. Será que gostei?

Usei. Será que gostei?

Desde os meus 14/15 anos que tenho pele mista a oleosa, especialmente na zona T. Em adolescente sofri bastante com acne e ainda hoje me nasce uma borbulha ou outra com bastante frequência, mas o que nunca deixei de ter foi pele oleosa.

A minha testa é a zona mais oleosa, apesar de me esforçar por limpar a pele todos os dias e utilizar produtos específicos para o meu tipo de pele, a verdade é que acaba por ficar oleosa ao longo do dia.

Para tentar contrariar esta tendência tenho experimentado ao longo dos anos vários cremes, loções, gel de limpeza, tónicos entre outros produtos. No mês passado, numa feira/festa de rua, encontrei uma marca natural, e portuguesa, MUSA, que tem a sua sede de produção aqui na zona onde vivo.

Não resisti a experimentar, até porque o calor agrava ligeiramente toda esta situação da pele, e achei que os produtos naturais podiam ser bons aliados para esta altura do ano.

Assim, trouxe comigo um creme facial para peles oleosas, um creme facial de noite reestruturante, um sabão de leite de cabra e lavanda, um sabão facial de hortelã e urtigas e um bálsamo labial de cacau.

Durante o último mês utilizei o sabão facial de hortelã e urtigas para lavar a cara, apliquei diariamente o creme facial para peles oleosas, e à noite, usei o creme reestruturante. O sabão deixa um toque fresco devido à hortelã e tem cremosidade quanto baste para se tornar agradável. É lindo, e vem numa caixa super querida, podendo ser um miminho muito bonito de se oferecer.

sabao hortelã
Mas a história com os cremes é outra.. logo no acto de compra fui avisada que o creme tinha um cheiro bastante forte, tendo até experimentado na mão. Mas a verdade é que a mão é bem diferente da cara, e sim, na cara o cheiro torna-se bem mais presente.

Não vos sei explicar a que cheira, talvez por ser natural, tenha um cheiro tão forte a plantas. A minha mãe não aguenta o cheiro. A mim faz-me alguma confusão mas depois de aplicado acaba por passar, não se mantém todo o dia. Não aconselho a pessoas sensíveis a cheiros fortes e que não apreciem mentol, pois este creme deixa uma sensação de frescura, mas na zona dos olhos torna-se um pouco estranho, dando ideia de que aquela zona está demasiado fresca. Mas gosto muito da textura, que não é oleosa, e deixa a pele com uma camada tão leve que dá a sensação de que não passei nada.

creme dia
Quanto ao creme facial de noite, a mesma história, tem um cheiro forte, uma espécie de cheiro a rosas bem intenso, com outra coisa que não sei identificar. Também gostei da textura.
creme noite
Ainda falando de sabão, quero também falar-vos do de leite de cabra e lavanda. Este é um sabão que promete hidratação e tal como como o primeiro de que vos falei, cumpre o requisito. É lindíssimo, e tem um cheiro agradável a lavanda.
sabao lavanda
Por último, mas não menos importante, o bálsamo labial de cacau. Havia opção de cacau, cocô ou morango. Sou fã de cocô mas como nunca tinha usado de cacau, optei por este cheiro.
batom
O bálsamo tem uma textura menos cremosa do que seria de esperar, e nos dias de calor, derrete com alguma facilidade. Não desgosto do produto, acho que cumpre a função a que se propõe, hidratar. Penso que a embalagem, ao contrário dos sabões deixa ainda a desejar, precisa de ser aprimorada, mas o produto é satisfatório.

Então fazendo um apanhado geral, posso dizer que, gostei muito da textura do creme de dia, aprecio o batom hidratante e os sabonetes cumprem bem a sua função. Como aspectos negativos terei de salientar os cheiros dos cremes, e a embalagem do bálsamo. O creme de dia tem uma embalagem pouco comum, não expondo o produto todo, funciona por doseador, o que pode ser útil em alguns casos. Penso que no final poderá levar a desperdício, pois não vou ser capaz de abrir a embalagem para retirar o resto do produto que ficar no fim.

No final, é importante referir, que todos estes produtos não são testados em animais e são naturais. Este foi um dos principais motivos que me levou a querer experimentar esta marca.

E por ai, alguém conhece e já usou estes produtos?! Outros produtos bons para peles oleosas conhecem? Contem-me tudo.

*todas as imagens presentes neste texto pertencem ao site da marca MUSA.
90’s kid #1

90’s kid #1

Nasci em 1990. Acho que não se pode pedir mais “90’s kid” que isto! Durante a minha infância, toda a década de 90, fui uma criança feliz. Uma criança que soube o que é brincar na rua, andar de bicicleta, esfolar os joelhos, fazer comida em tachinhos de plástico com água e terra, e ornamentar o pitéu com flores que se encontrassem à mão.

Cresci a brincar com bonecas, quadros de giz, plasticina, a correr na rua, a jogar às escondidas, à apanhada e à mamã dá licença. Quando o tempo não colaborava, brincava em casa, sozinha ou com os meus pais. Jogos de tabuleiro, lojas de mercearia (onde o stock era o conteúdo dos armários e da despensa), livros de colorir, o quadro mágico ou puzzles eram formas de me entreter durante horas.quadro magicoNão tinha computador, telemóvel ou tablet. E na televisão apenas os quatro canais. Não podia ver o que tinha dado há sete dias, mas conseguia gravar os desenhos animados da manhã na mesma cassete, um sem número de vezes, até ela deixar de funcionar.

Apesar de só ter quatro canais, tive uma infância recheada de boas histórias, saídas directamente daquela grande fábrica de encantar que todos nós conhecemos, a Disney. O Rei Leão, A Pequena Sereia, A Branca de Neve, A Cinderela, A Bela e o Monstro e os meus preferidos, os Aristogatos, povoaram a minha infância com cantorias e contos de fadas. Aos fins de semana de manhã, era ver-me acordar cedíssimo, como se fosse pegar a trabalho de madrugada, para me sentar no sofá a “ver bonecos”, desde os Power Rangers, Sailor Moon, os Motoratos, As Três Irmãs, Pokémon, A Carrinha Mágica, entre tantos outros que ficaria aqui a enumerar todo o dia. Quem é que não se lembra da Ana Malhoa e do Buereré?!

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Além da escassez de canais televisivos, natural para a epóca, também cresci sem telemóvel até à escola primária. Tablet, mesmo que os meus queridos pais quisessem ofertar-me um, era coisa ainda por descobrir na altura.. (Sim, gente que me lê nascida na época de 2000, houve um tempo sem tablets!).

Foi por volta de 1997/98 que tive o meu primeiro telemóvel, não me recordo, mas devo ter rejubilado. Era, pois está claro, um Alcatel one touch easy (irónico ter one touch no nome, uma vez que tinha teclas, e eram precisos vários toques para fazer fosse o que fosse..) em azul, se não me falha a memória, e com antena. Uma chiqueza que só ele. Quem teve um destes ponha a mão no ar, por favor! Claro que é difícil imaginar, nos tempos que correm, que um telemóvel a preto e branco, com um ecrã minúsculo, sem ligação à internet e sem câmara fotográfica, fosse motivo de entusiasmo, mas a verdade é que apesar de limitado, dava para fazer chamadas e mandar mensagens.

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Por falar em mensagens, também não havia cá SMS gratuitos! Tudo era pago, até que (anos mais tarde) as operadoras telefónicas se deram conta do flagelo que estavam a provocar no português escrito e decidiram que a única solução seria tornar os SMS grátis para que as pessoas deixassem de abreviar.

Mas continuemos, se tens menos de 20 anos o mais provável é que nunca tenhas ouvido ou precisado de mandar um toque a alguém.. É que apesar das limitações eramos uma geração engenhosa que passava horas aos toques (sempre que falo nisto é impossível não rir), ora enviava eu um toque, desligando após o primeiro bip para não pagar, e passados alguns minutos recebia um toque de volta. Acho que na época isto equivalia a enviar um SMS com: “Lembrei-me de ti.” ou algo deste género.

Não sei com que idade ao certo tive o meu primeiro computador, mas devia rondar os 14 anos, quando foi adquirido lá para casa um “pequeno monstro” que ocupava toda a secretária. Nem por isso o achei menos encantador! A internet ainda demorou algum tempo a entrar nas nossas vidas, mas nem por isso lhe dei menos uso, foram horas a fio a jogar solitário, minesweeper e a “trabalhar” no paint. Quando surgiu a tão aclamada internet, era um frenesim entre o uso do telefone fixo e a ligação à internet. Quem é que não se lembra daquele som magnífico enquanto a ligação era estabelecida?

E já agora, ainda têm por casa disquetes? Há uns tempos encontrei uma, com o meu nome, turma e o ano que frequentava, o 8º. Estávamos tão longe de imaginar que da disquete passaríamos às clouds.. tenho pena de não poder aceder ao seu conteúdo, pois tenho certeza que devia conter algumas pérolas da altura.

Sei que agora dá para rir, e deixa até uma certa nostalgia pensar que fazemos parte de uma geração que soube o que é um telemóvel com teclas, que via as Tartarugas Ninja e corria no recreio da escola sem consultar as redes sociais. Há uns dias fui à Worten e lá dei comigo agarrada a um telemóvel com teclas, para ver se ainda era capaz de escrever sem olhar para o teclado. A verdade é que não foi fácil, afinal de contas, são hábitos que se perdem, mas não se esquecem, lá me desenrasquei.

 

 

 

Em busca de uma alimentação saudável #4

Em busca de uma alimentação saudável #4

É domingo, o que por si só já é um dia deprimente (porque todos sabemos o dia que vem amanhã! Aquele dia do demo.. a Segunda!), mas está de chuva e escuro, o que torna ainda mais triste este domingo!
Para animar aqui a coisa, trago-vos uma mini-receita. Isto tudo porque ontem comi salada de tomate, que aprecio bastante, mas o tomate nesta altura do ano não sabe a nada.. São ácidos, pouco sumarentos, não têm aquela doçura que se encontra nos meses mais quentes que ainda estão por vir.

Posto isto, no outro dia, ocorreu-me fazer salada de couve, que eu gosto bastante mas raramente me lembro de fazer, talvez porque o truque desta salada seja ficar feita de véspera e nem sempre uma pessoa pensa na véspera o que vai comer no dia seguinte.

Passemos aos ingredientes e afins. Eu costumo usar couve roxa, couve coração, cenoura, maçã, azeite, vinagre/sumo de limão, pimenta e sal. Basta cortarem bem fino as couves, a cenoura e a maçã, o ideal é ralar mesmo, e temperar a gosto. Há quem ponha maionese em vez do azeite, mas a intenção disto é comer algo mais saudável, portanto… mas quem preferir a maionese, também é uma opção.

Et voilà! Mexem tudo com as mãos, levam ao frigorífico e podem comer quando quiserem, mas como disse, fica melhor de um dia para o outro, pois a couve amolece!
Espero que o vosso fim de semana tenha sido bom, e já que o dia está péssimo, aproveitem e façam salada de couve para amanhã :)!

Desodorizante vegan + desperdício zero

Desodorizante vegan + desperdício zero

Há uns tempos falei-vos de marcas que são cruelty free e não realizam testes em animais. Como é um tema que me interessa tenho optado por comprar produtos que sigam a mesma linha e de preferência sejam naturais.

Procurei durante muito tempo um desodorizante que não fosse anti-transpirante, porque o normal é transpirar (e não devemos contrariar isso), mas que tivesse a capacidade de neutralizar o cheiro do suor.

Não foi fácil encontrar, porque além da eficácia, eu procurava um desodorizante natural, sem compostos sintéticos, (como por exemplo o alumínio),  mas a verdade é que começam a ver-se cada vez mais opções no mercado e descobri algumas!

Após pesquisa encontrei várias marcas que prometiam um produto natural, e que mantinha o odor afastado, sem ter acção anti-transpirante. Experimentei vários desodorizantes, e nenhum me convenceu. Até descobrir aquele de que hoje vos quero falar!
Para quem, como eu, queria um produto natural/vegan, que não teste em animais e que resulta, então continuem a ler e vejam as fotos que vos deixo.

A marca Saponina, que conheci através do facebook, tem, entre outros produtos (como oléos corporais, champôs, pasta dos dentes, velas de soja), desodorizantes sólidos que prometem neutralizar o cheiro a suor, são cruelty free, e zero desperdício.

Claro que tinha de experimentar.. Mandei vir dois, um de Tea tree e Palmarosa, e o outro de Alfazema e Palmarosa. Escolhi estes cheiros porque um está indicado como mais forte e outro mais suave e queria ver qual funcionava melhor comigo. Acabei por testar só o de Tea tree e Palmarosa porque a minha mãe apoderou-se do outro. Mas o feedback dela também foi positivo.

Quanto à encomenda em si, chegaram nesta caixa fofinha e individualizados em saquinhos de papel.

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É aqui que entra o desperdício zero pois não têm embalagens de plástico, que geralmente vemos nos supermercados, e são utilizáveis até à última partícula.

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O método de uso é simples: após o banho, ainda com as axilas molhadas, passar o desodorizante que vai depositar uma camada fina de produto na pele.

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Como sabem ainda não estamos no pico do Verão, mas esta semana esteve calor e posso dizer que realmente resulta. Claro que transpirei, não há milagres, mas dura todo o dia sem ficar a cheirar a suor. É realmente eficaz e cumpre tudo aquilo que eu desejava, neutraliza o odor, é vegan, não testa em animais e é zero desperdício, será possível haver melhor? Já experimentaram? Se conhecem outras opções, contem-me tudo 🙂

 

The Sunshine Blogger Award

The Sunshine Blogger Award

Sexta feiraaa! E sai um post que já vem bem atrasado. Fui nomeada para um “prémio” da blogosfera – The Sunshine Blogger Award – pela querida Sara do blog Healthyfoodandme. Obrigada por ser uma das tuas escolhas!  

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Regras do Sunshine Blogger Award:

  • Agradecer ao blogger que te nomeou;
  • Responder às 11 perguntas que te foram dadas;
  • Nomear 11 bloggers e fazer-lhes 11 perguntas;
  • Colocar as regras e incluir o logo do prémio no post.

As minhas respostas:

1- Qual é a melhor parte de ser blogger?

A melhor parte de ter um blog é a partilha, é saber que estou a escrever para alguém, e poder ler aquilo que outras pessoas compartilham.

2 – Já tiveste algum blog antes do atual? Se sim qual era e porque desististe dele?

Já. Tinha o mesmo nome, e eu publicava com pouca frequência, tal como este, era apenas um hobby que me dava gosto, e ao qual recorria quando me apetecia escrever. Desisti dele porque nem sempre há tempo, ideias ou vontade. Passado uns anos, criei o actual 🙂

3 – Batatas fritas ou pipocas?

Tenho mesmo de escolher?! Adoro ambas.. como mais vezes batatas fritas que pipocas, mas também gosto imenso de pipocas. Apenas e só pela regularidade com que consumo: batatas fritas.

4 – Preferes um bom serão no sofá com manta e snacks ou uma ida ao cinema?

Mais uma vez são duas coisas completamente distintas, não fica fácil. Mas de inverno prefiro um bom serão ao sofá, com gordices e uma boa série. De verão prefiro uma ida ao cinema.

5 – O que vem primeiro, cereais ou o leite?

Nesta não tenho quaisquer dúvidas e passo a explicar porquê. Não como leite com cereais, adoro leite, mas nunca com cereais. Só consigo comer os cereais secos, directamente da caixa. Acho que isto dá um empate, não?

6 – Flores verdadeiras ou falsas?

Verdadeiras, mas no sítio delas, na natureza. Para ter em casa, falsas, ou então criadas com o propósito de serem vendidas para casa. Nada de ramos de flores.

7- Qual foi a melhor coisa que te aconteceu relacionada com o blog?

Conhecer algumas pessoas, opiniões e produtos.

8 – Se fosses rica, ou com bastante dinheiro, o que farias?

Será mais fácil responder ao que não faria… afinal de contas quando se tem muito dinheiro quase tudo é possível. Quase. Mas não querendo parecer cliché, ajudaria as pessoas que me são queridas, viajaria e criava centros de apoio para animais anbandonados.

9 – Ginásio ou exercícios em casa?

Hummmm… Nenhum dos dois. Não faço exercício com regularidade, mas quando tento fazer é em casa, ou ao ar livre.

10 – Nasceste onde?

Em Coimbra.

11 – Gostavas de viver noutro país? Se sim, qual?

Gosto muito de viver em Portugal, e gostaria muito de visitar inúmeros países, mas não me imagino a viver noutro local. Se tivesse mesmo de ser, talvez um país nórdico, não pelo clima (que odeio frio) mas pela qualidade de vida.

Nomeados:

O Mundo da Carochinha https://acarochinha.wordpress.com

Tudo no Sítio Certo https://tudonositiocerto.wordpress.com

Dois Mil e Tu https://doismiletu.wordpress.com

Cenas de Uma Rapariga Bem Disposta https://cenasdeumaraparigabemdisposta.wordpress.com

Steff’s World – A Soma dos Dias https://steffsworldasomadosdias.wordpress.com

A Preto e Rosa http://www.apretoerosa.com

Achar o Fio à Meada https://www.acharofioameada.com

Carina M Campos https://carinamcampos.blogs.sapo.pt

Vintage Girl http://www.vintagegirl.pt/

Dezassete https://www.bydezassete.com/

Carolina https://www.bycarolina.pt

As minhas perguntas:

  1. Qual a principal razão que te levou a criar o blog?
  2. Há quanto tempo tens o blog
  3. Ficar em casa a ver televisão, ou sair para dançar com amigos?
  4. Caracóis ou gelado?
  5. Qual a tua área de formação?
  6. Qual o teu livro do coração?
  7. Se pudesses fazer uma viagem à tua escolha, sem qualquer restrição, para onde seria? E porquê?
  8. Roupa ou maquilhagem?
  9. Salto alto ou sapatilhas?
  10. Onde moras actualmente?
  11. Que música escolherias, se apenas pudesses ouvir uma para o resto da tua vida?

Parabéns a todos os nomeados, foram escolhidos porque gosto de vos ler e acompanhar! Fico à espera das vossas respostas 

 

“ConViver” com a psoríase.

“ConViver” com a psoríase.

A psoríase é uma doença crónica, autoimune, de longa duração, caracterizada por manchas na pele. Estas manchas provocam geralmente vermelhidão, comichão e têm um aspecto escamoso. A gravidade e extensão da doença varia consoante o indivíduo, sendo que podem ser apenas manchas de pequenas dimensões, ou revestir grandes partes do corpo.

Existem cinco tipos de psoríase, e eu tenho psoríase em placas, a mais comum e que afecta um maior número de pessoas. Este tipo de psoríase manifesta-se através de manchas avermelhadas com pele escamada à superfície (células de pele mortas). E, no meu caso, aparece num único local, o couro cabelo, mais concretamente na nuca.

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Esta doença não é contagiosa, mas existem factores genéticos (associados a um estimulo externo) que predispõem a pessoa a ter psoríase. Não existe cura conhecida para a doença, apenas se conhecem vários tratamentos que podem ajudar, ou não, consoante o caso. Homens e mulheres são igualmente afectados, e a doença pode ter início em qualquer idade, eu tinha talvez 20 anos (não me lembro ao certo, pois de início não foi diagnosticada como psoríase). Existiem factores que podem desencadear períodos frequentes de desaparecimento, reaparecimentos e agravamento dos sintomas.

O tratamento para esta doença costuma ser simples, através de cremes ou fototerapia. Existem também medicamentos orais ou injetáveis que regra geral são utilizados quando a qualidade de vida fica comprometida. A própria exposição à luz solar pode, em certos casos, ser benéfica. Mas é aqui que, no meu caso, tudo se complica. Como já vos referi, tenho psoríase no couro cabelo, mais concretamente na nuca, e como tal não é uma zona que possa expor ao sol com facilidade, ou aplicar cremes regularmente.

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A imagem é meramente ilustrativa. Gosto de acreditar que o meu caso não está tão mau!

Aquilo que tento fazer, é descobrir qual o melhor tratamento que resulta comigo, o que não tem sido fácil, pois já usei imensas marcas ao longo dos anos. Já utilizei cremes naturais, aloé vera, pomadas de farmácia, champôs, um sem número de opções e marcas, que até agora atenuam mas não resolvem completamente.

Como referi acima esta doença não tem cura, mas pode “acalmar”, pois quando está nas suas fases mais agressivas provoca imensa comichão, e se forem como eu, que tenho dificuldade em não coçar, por vezes a situação fica feia e chega a doer, pois a pele fica muito frágil. Ainda não encontrei o medicamento ideal para mim. Quem tem alguma sugestão que me possa dar? Ou que sofra do mesmo e tenha dicas úteis?

Em relação à exposição da doença, confesso que não me incomoda e não deixo de utilizar rabo de cavalo, apesar de saber que não é bonito de se ver. Mas sei que há pessoas que sofrem imenso com a imagem que têm e com a psoríase. Se são uma dessas pessoas, só vos posso dizer, que não escolhemos ter este problema, e como tal não devem envergonhar-se. Vamos lá, contem-me tudo. Preciso de dicas que funcionem, para ver se deixo de coçar (e para que os meus amigos deixem de me bater nas mãos)!